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quinta-feira, 28 de março de 2013

EUA - Policial Stacey publica fotos nua na web e é rebaixada

Mesmo ciente do cuidado com o que deve ter em relação à internet, conduta ética e moral 24 horas, a ex-sargento Stacey Suro, do Departamento de Polícia de Houston, no estado do Texas (EUA), foi rebaixada de posição após fotos em que ela aparece nua e em poses sensuais foram publicadas na internet, segundo a emissora de TV "KSAT".

De acordo com a reportagem, Suro aceitou a punição imposta pelo chefe de polícia. Com isso, ela deixará de patrulhar as ruas de Houston e irá trabalhar na área interna do departamento. A decisão foi tomada após uma investigação que durou cinco meses.


De acordo com a investigação, a policial havia postado cerca de 100 imagens, algumas delas nuas, em um site na web. As fotos mostram Stacey em posições comprometedoras. Com o rebaixamento, ela terá um corte salarial significativo.





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quarta-feira, 27 de março de 2013

Itaberaba- Chapada Diamantina-Ba completa 136 anos



O município de Itaberaba, localizado na Chapada Diamantina, comemora, nesta terça (26), 136 anos de emancipação política e econômica. Distante 266 quilômetros da capital, Itaberaba está na região centro-leste baiano, nas margens da BR-242, rodovia que liga Salvador à Brasília, e é considerada o portal de entrada da Chapada. Conta a história, que o município tinha as terras dominadas pelos índios Maracás, que habitavam todo o Vale do Paraguaçu e que foram vencidos pelos conquistadores a partir do ano de 1673.

Segundo relatos históricos, a cidade surgiu em torno da capela de Nossa Senhora do Rosário do Orobó, edificada em 1809 por Antonio de Figueiredo Mascarenhas, talvez por isso esteja edificado até hoje as construções mais antigas da cidade, com casarões coloniais que ainda guardam um pouco da história de Itaberaba. O seu nome, na língua indígena Tupi Guarani, significa pedra reluzente, ou pedra que brilha, e foi dado em alusão a uma enorme pedra que está encravada a 25 quilômetros da cidade.


Em 26 de março de 1877, Itaberaba foi elevada à categoria de Vila do Orobó e teve instalada a sua primeira Câmara, em 30 de junho de 1877. Em 25 de junho de 1897, 20 anos depois de emancipada politicamente ela foi elevada à categoria de cidade pela Lei Estadual nº 176.
Narra a história, que o primeiro prefeito nomeado foi o engenheiro Álvaro Ribeiro Sanches que administrou o município do dia 8 de dezembro de 1930 até 30 de dezembro de 1931. Atualmente o município possui uma população de 63.302 habitantes e é administrado pelo prefeito João Almeida Mascarenhas Filho (PP), que foi reconduzido ao cargo na eleição municipal de outubro do ano passado com quase 80% dos votos válidos.


A cidade de Itaberaba é um grande centro comercial e atrai compradores dos diversos municípios da Chapada Diamantina. Dentre as atividades econômicas do município destaque para o Polo Industrial Moveleiro, uma grande variedade de estabelecimentos comerciais, além da agricultura com o cultivo do “abacaxi de sequeiro”. É considerado o maior município produtor de abacaxi da Bahia e o quarto do Brasil. Podemos também citar a apicultura e a pecuária com rebanhos de bovinos, suínos, equinos e asininos, além de algumas agroindústrias e uma fábrica de calçados.
Cartões postais do município:
Pedra de Itibiraba


Açude Juracy Magalhães


Monte do Bom Jesus


Fonte Luminosa da Praça J.J. Seabra


Casarões do centro histórico


 Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário.


Colírio do Top Gatas - Nanda Costa a 'Morena' de Salve Jorge

Quem acha que a atriz caiu de paraquedas na novela para viver a protagonista,
está enganado.


Quem acha que a atriz caiu de paraquedas na novela para viver a protagonista, está enganado. Nanda já trabalhou em algumas novelas da Rede Globo, em Cobras e Lagartos que foi sua estreia na TV, em Viver a Vida e Cordel Encantado. Mas, foi no cinema que a garota ganhou destaque.

Atuações nos filmes “Febre do Rato” e “Sonhos Roubados”despertaram o interesse da escritora Glória Perez que assina "Salve Jorge".
Já no longa, “Sonhos Roubados”, mais uma vez ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival do Rio.


















Após pedido da prefeitura, TJ suspende desocupação na zona leste de São Paulo



São Paulo – O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu a reintegração de posse de um terreno no Jardim Iguatemi, na zona leste da capital, onde vivem 750 famílias de sem-teto. A desocupação, por ordem judicial a pedido do proprietário, começou hoje (26) de manhã com homens da tropa de choque da Polícia Militar, que usaram bombas de efeito moral para dispersar moradores que protestavam na frente do terreno. Segundo informações não oficiais, pelo menos duas pessoas se feriram.


O TJ não deu mais informações sobre os termos da suspensão e se ela atende ao pedido da prefeitura de São Paulo. O prefeito Fernando Haddad (PT) afirmou horas atrás que a prefeitura iria interceder para tentar reverter a situação.

Segundo Haddad, o secretário de Habitação do município, José Floriano de Azevedo Marques Neto, foi instruído a procurar o dono da área, Heráclides Batalha, para tentar uma solução negociada, que passaria pela desapropriação amigável do local. Batalha, porém, não teria aceito a proposta.

Diante disso, a prefeitura diz que irá publicar um decreto nos próximos dias declarando a área de utilidade pública. Ao mesmo tempo, segundo o secretário de Negócios Jurídicos, Luis Fernando Massonetto, a administração entrou com uma petição no TJ de São Paulo para suspender a reintegração.


Histórico



Cerca de 300 moradores da área realizaram a primeira manifestação da gestão Haddad, no dia 4 de janeiro, em frente à prefeitura. O grupo foi recebido por representantes da Secretaria de Habitação que realizaram uma visita na área.


Eles afirma que o próprio Batalha reuniu há cerca de um ano moradores de bairros próximos ao local e afirmou ser o dono do terreno, incentivando a ocupação em troca de R$ 10 mil por lote. Depois, os moradores poderiam pedir a posse do terreno judicialmente, por usucapião. Aos moradores, Batalha disse que o negócio precisava ser feito dessa maneira porque não poderia vender legalmente a área de 173 mil metros quadrados.


Luciano Santos, membro da comissão do bairro, contou que depois de as pessoas se estabelecerem no terreno Batalha passou a pedir R$ 35 mil por lote, valor incompatível com a renda da maioria dos moradores. Sem acordo, ele entrou na Justiça pedindo a reintegração. “Era uma terra parada desde 1932, muito marginalizada, onde aconteciam muitas mortes. A gente não quer invadir nada. Agora a gente só quer o que foi acordado”, afirmou o morador José Fernandes de Oliveira.

domingo, 24 de março de 2013

Mauricio Dias confirma denúncia do Viomundo





Eduardo e Renata Campos: Parentes do ilustre casal ocupam cargos estratégicos, de confiança, na administração pública do Estado de Pernambuco. Fotos: Portal do Governo de Pernambuco
Mauricio Dias, em CartaCapital, sugestão de Julio Cesar Macedo Amorim
Eduardo Campos (PSB), governador de Pernambuco, eventual candidato à presidente em 2014, tem feito duros ataques, ao que se supõe, à política tradicional. Um esforço pessoal dele em nome da “superação da velha política”. Não se pode supor que, às vésperas de completar 48 anos, esteja mirando a idade dos políticos e, sim, a práticas condenáveis: corrupção, nepotismo, empreguismo, etc. Campos não atirou a esmo. Mirou e atingiu as ações da presidenta Dilma para fortalecer a base governista redistribuindo ministérios aos aliados.
Esse comportamento do governador pernambucano gera uma dúvida. Terá sido outro Eduardo Campos aquele que, em 2011, pediu apoio aos aliados governistas para fazer da mãe, Ana Arraes, então deputada, ministra do Tribunal de Contas da União? E os Tribunais de Contas, parece, exercem um fascínio na família. Para o de Pernambuco, o governador indicou e nomeou como conselheiros um primo, João Campos, e um primo da mulher dele, Marcos Loreto.
Campos propõe hábitos novos. Ele precisa, antes, abandonar hábitos velhos.
PS do Viomundo: O Viomundo foi um dos primeiros a denunciar que Eduardo Campos emprega até o sogro no governo pernambucano.


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sexta-feira, 22 de março de 2013

Museu do Índio: polícia invade prédio e retira indígenas à força


Os homens do Batalhão de Choque da Polícia Militar invadiram o prédio do antigo Museu do Índio, no Maracanã, Zona Norte do Rio, por volta das 11h45 desta sexta-feira. Os policiais fecharam o cerco ao casarão às 3h da manhã e, desde então, vinham tentando negociar uma saída pacífica dos indígenas, o que não aconteceu. Pelo menos seis pessoas foram detidas, entre elas três estudantes.

Por volta das 12h09, já havia PMs na parte superior do prédio, sinal de que o local já estava desocupado. Os índios foram levados em vans até um hotel oferecido pelo governo para a habitação deles. Para entrar no imóvel, os policiais militares usaram bombas de gás lacrimogênio, spray de pimenta e atiraram balas de borracha contra manifestantes que tentavam impedir a operação.


Uma manifestante do grupo feminista Femen foi detida porque protestava com os seios de fora. Ela foi encaminhada para a delegacia e, revoltada, chamava os PMs de assassinos. Um grupo ainda ateou fogo em uma oca por volta das 11h30 e os bombeiros precisaram ser acionados para controlar as chamas. 
Às 7h40, alguns índios aceitaram deixar o edifício, mas a maioria continuou resistindo. De madrugada, o clima já era tenso entre os manifestantes e a polícia, que interviu com spray de pimenta e gás lacrimogênio.

Em entrevista à "Globo News", o defensor público Daniel Macedo afirmou que a invasão da polícia foi violenta e representou um abuso de poder. "Já havia uma negociação para que os índios saíssem de forma pacífica. O que aconteceu foi um abuso de autoridade, um absurdo. Não precisava terminar dessa forma. Existia uma ação de imissão da posse e a polícia estava autorizada a entrar no imóvel, mas a decisão era bem clara: sem qualquer tipo de violência. Não foi o que aconteceu", criticou o defensor.

A 8ª Vara Federal Cível do Rio notificou os índios no dia 15 de março e eles deveriam ter saído do imóvel até esta quinta-feira. No local, será construído o Museu Olímpico para os megaeventos que serão sediados na cidade. A Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos ofereceu quatro opções de abrigo para eles até a construção do Centro de Referência Indígena, na Quinta da Boa Vista: o Hotel Santana; um terreno em Jacarepaguá, próximo ao Hotel Curupati; o abrigo Cristo Redentor; ou ao lado do barracão da Odebretch, na Rua Visconde de Niterói.


Fonte: http://rius.com.br/artigo.php?sessao=Noticias&categoria=Rio-de-Janeiro&titulo=Museu-do-indio:-policia-invade-predio-e-retira-indigenas-a-forca&id=16150



Joaquim Barbosa e o direito de defesa



Evito dirigir em meus artigos opiniões e comentários a pessoas específicas. A fulanização do 


debate público só serve à argumentação “ad hominem”, à falácia do ataque pessoal para 


desqualificar o interlocutor em vez de contra-argumentar.

O uso da desqualificação pessoal é absolutamente indesejado em qualquer debate sério. Os

 articulistas que usam costumeiramente desse recurso se caracterizam mais pelo

 radicalismo ideológico e pelo desejo de obter audiência do que pela seriedade de postura e

 argumentação.
Meu artigo de hoje, contudo, trata da fala de uma autoridade, o presidente do Supremo 

Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, sem, contudo, querer de alguma forma desqualificá-lo – 

até porque suas qualidades são evidentes: é um ministro honesto, probo, progressista e 

interessado verdadeiramente na defesa dos interesses da população mais desfavorecida.

Obteve notoriedade, a meu ver, por um de seus menos felizes momentos na Corte, o 

julgamento do “mensalão”, mas este não é o tema de hoje.

O ministro declarou, e a mídia em geral reproduziu com destaque, que a relação promíscua 

entre advogados e juízes é a causa maior das piores mazelas de nosso Judiciário, razão 

pela qual defende que o Juiz só deve atender o advogado quando na presença da outra 

parte.

Barbosa mostra claramente que ainda guarda visões equivocadas de seu tempo como 

integrante no Ministério Público.

Quando a relação entre juiz e advogado, ou mesmo do juiz com a parte, implica corrupção 

não há o que se discutir. Trata-se de crime gravíssimo, em especial quando praticado por 

agentes que deveriam cuidar de nossos sistema de Justiça. O mesmo se diga de tráfico de 

influência, também nefasto e criminoso.
A origem da preocupação de Barbosa não é desprovida de fundamento. No processo 

brasileiro o advogado da parte pobre e mais fraca tem muito menos condições de realizar 

plenamente a defesa dos direitos da parte que o advogado de um cidadão mais favorecido 

social e economicamente.

Ocorre que o método oferecido pelo ministro como forma de solução é tão nefasto quanto o 

problema corretamente identificado, qual seja suprimir o direito dado por lei ao advogado 

de se dirigir livremente a pessoa do juiz no gabinete ou sala de audiências. Não é tolhendo 

o direito fundamental à defesa e as prerrogativas profissionais dos advogados que o 

ministro resolverá o problema da desigualação por razão social no processo.
Para curar a doença, mata-se o doente. Para aperfeiçoar os procedimentos de defesa, 

suprime-se o direito de defesa.

O problema, em verdade, é mais complexo do que o apresentado. A desigualdade de armas 

no processo brasileiro não ocorre apenas entre partes pobres e partes ricas. Ocorre com 

muito mais frequência entre a parte Estado e a parte privada. Quando o Estado é parte que 

goza de prazos mais dilatados, com até quatro vezes mais tempo que o da parte privada 

para se defender e recorrer.


Quando o Ministério Público é parte o problema se agrava.
Os membros do Ministério Público têm relação de proximidade, esta sim, indevida com os 

membros do Judiciário. É comum nos fóruns haver o “lanche da tarde” tomado em comum 

pelos juízes e membros do MP.

Os membros do MP têm entrada livre na sala de qualquer juiz; não há pejo em manterem 

uma relação abertamente diferente da mantida com os advogados das partes. Num 

processo crime, por exemplo, essa distorção é terrível, em geral propiciando ofensas aos 

direitos fundamentais do réu e às prerrogativas profissionais da defesa.

Promotores só iniciam seu prazo de recurso quando tomam ciência formal das decisões em 

seu próprio gabinete. O processo tem de se deslocar até eles, ao contrario dos advogados 

que tem o prazo correndo a partir da publicação da decisão.

O MP tem vantagens mais que incisivas nos prazos de fato para recursos, no acesso 

cotidiano ao julgador da causa e na própria posição que ocupa fisicamente na Corte na hora 

do julgamento. No julgamento do “mensalão” a sociedade pôde observar que o procurador-

geral da República, que era apenas uma parte a ser tratada em igualdade de condições 

com os réus e seus advogados, permaneceu sentado ao lado dos ministros, hábito antigo e 

nefasto de nossa Jurisdição.

O acesso a informações das investigações torna o membro do MP fonte privilegiada de 

notícias para a imprensa, em “on” ou “off”. Surge aí uma relação promíscua a influir 

imediatamente no resultado dos processos penais. A mídia hoje é quem condena, mais que 

os Juizes.

O único instrumento que sobra ao advogado para se contrapor a este terrível poder do MP-

Estado parte é o do direito de pedir e argumentar livremente e diretamente ao juiz.

Confundir esse direito com corrupção não é minimamente cabível num debate efetivamente 

ético.

Juiz que se corrompe não o faz no Fórum de portas abertas, lugares mais discretos e mais 

propícios ao crime certamente são os utilizados.

Propor que os advogados só sejam recebidos com a presença da outra parte é submeter o 

exercício pleno da defesa ao desejo do Ministério Público que acusa. Só quando o membro 

do MP tiver vontade e disponibilidade de agenda o advogado poderá ter contato com o juiz 

da causa, enquanto este mesmo membro do MP lancha com este mesmo juiz todo dia.

A amizade pessoal entre juízes e membros do MP e da advocacia não implica 

desonestidades. Manter o juiz afastado da vida social fortalece uma das maiores formas de 

submissão dos interesses públicos aos privados em nosso país, o corporativismo.

O ministro não agiu com seu costumeiro acerto quando fez essas declarações. A nosso ver 

deveria rever seu ponto vista. Suas preocupações são legítimas, mas o remédio proposto 

agrava o problema ao invés de solucioná-lo.



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